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Pabllo Vittar vira personagem de quadrinho LGBTQ.

Nesta quinta-feira (28/06) o quadrinista Elyan Lopes divulgou para a QUEM o esboço de Vélox – O Campeão da Liberdade, seu gibi com super-heróis inspirado na Pabllo Vittar e nos ginastas da olimpíadas. O autor e editor do projeto ousado no mercado de quadrinhos brasileiros explicou como surgiu a ideia, que agradou e muito os homenageados.

“Eu decidi criar o Vélox por conta da falta de representatividade da comunidade LGBTQI nos quadrinhos e principalmente no Brasil. As poucas publicações do gênero sempre são voltadas para o humor ou sátiras. Por isso, o Vélox é o primeiro super-herói solo assumidamente homossexual dos quadrinhos nacionais”, acredita Elyan.

Após a mesma ver  as imagens ficou lisonjeada com a homenagem feita e comentou:

“É muito legal porque além de ser fã dos desenhos, quadrinhos e séries animadas, é um jeito legal de passar essa mensagem de igualdade e mostrar também o tamanho da nossa força. Eu estou muito feliz de fazer parte desse projeto que vai trazer tanta visibilidade pra nossa luta”

Elyan Lopes disse ter se inspirado na personalidade da música e nos ginastas para mostrar exemplos positivos e de sucesso dentro do, muitas vezes, marginalizado mundo gay.

Arte de Vélox - O Campeão da Liberdade, quadrinho inspirado nos atletas da ginástica olímpica e em Pabllo Vittar (Foto: Divulgação)

Arte de Vélox - O Campeão da Liberdade, quadrinho inspirado nos atletas da ginástica olímpica e em Pabllo Vittar (Foto: Divulgação)

Pabllo desmente namoro com Leo Portilho: “Amigo querido”

Pabllo publicou uma foto em seu instagram stories com o Leo Portilho e o definiu como seu “namorado”, veja a foto:

 

Logo após ela volta e grava um vídeo desmentindo o seu “namoro” com o mesmo.

DIREITOS DESSE VÍDEO RESERVADOS A © Metrópoles

Pabllo aparece com curativos após cirurgia de desvio de septo, adenoide e rinoplastia

Pabllo Vittar surpreendeu os fãs nesta quarta-feira (21) quando publicou nas suas redes sociais imagens com curativos em seu rosto. Isso foi resultado por três precedimentos cirúrgicos feito por ela, incluindo desvio de septo, adenoide e rinoplastia.

O desvio de septo pode ocasionar em obstrução e congestão nasal, dificultando a respiração. Já a adenoide pode causar o mesmo problema, além de faringite, sinusite e otite. É esperada uma evolução em sua performance no palco após os procedimentos, já que a respiração é uma característica fundamental para o canto.

O maior mistério fica com a rinoplastia. Quando os curativos forem retirados, será possível ver uma nova estética do seu nariz.

Veja a imagem atual de Pabllo:

 


Todas essas mudanças poderão ser vistas durante a divulgação do segundo álbum de estúdio de Pabllo Vittar, que já está sendo gravado.

 

TODOS OS DIREITOS DESSE POST RESERVADOS A © POPLine

Pabllo Vittar para a Rolling Stones, novo shoot e entrevista!

Pabllo Vittar: “Tenho orgulho do que sou. Nunca fiz nada para ninguém me olhar torto”

Em um ano, a cantora transformou um término de relacionamento, carisma pop e a mistura de música brasileira com EDM em um fenômeno de popularidade; “Uma drag em cima do palco, no país que mais mata LGBTs no mundo: isso já diz tudo”, defende

 

“Ai, meu Deus, está tocando música minha no meio do rolê?” Pabllo Vittar tem um breve susto e interrompe abruptamente o assunto. O “rolê”, no caso, é a sacada do apartamento do produtor Rodrigo Gorky, na zona sul de São Paulo, onde fica o estúdio em que ela gravaria algumas horas depois. A cantora sacou um celular para trilhar o nosso encontro e ela mesma ficou surpresa ao ouvir que uma faixa sua estava ali naquela playlist. Desmontada, com os cabelos curtos à mostra e calçando chinelos, ela soa mais tímida que a drag queen exultante cujo rosto e, especialmente, a voz, já são facilmente reconhecidos em todo o Brasil. Pabllo abre um sorriso e continua o papo já emendando um statement que parece definir tudo que quer para a própria carreira. “Acho massa quem traz letras com questionamentos e indagações. Só que eu, como artista, quero falar de coisas comuns, do meu dia a dia. Da briga que eu tive com minha amiga, sabe? [Risos].”

Para quase todo mundo, 2017 foi um ano comum. Para Pabllo, foi o grande ano, um período que definiu a vida dela. De 10 de janeiro, quando lançou o disco de estreia, Vai Passar Mal, até dezembro, a cantora foi de drag conhecida em seu nicho a uma das pessoas mais famosas do país. É difícil imaginar alguém que tenha passado imune a um hit das dimensões de “K.O.”, música que é a cara de Pabllo: uma levada de forró embalada com batidas de EDM, timbres de pop e refrães agudos gritados. A letra, uma declaração leve, mas corajosa, é o que todo mundo gostaria de dizer ao “crush”. É também uma provocação, cantada da maneira mais contagiante possível, no estilo que já é típico dela e que aparece em outras músicas, como “Corpo Sensual” e “Todo Dia”.

No Brasil de 2017, em termos de som, duas vertentes têm alcance ultra-popular: as batidas do funk e o sertanejo (puxado pela sofrência do “feminejo”), com algumas poucas exceções. De um jeito indireto, Pabllo Vittar acaba sendo uma espécie de meio do caminho entre eles. “Meu pop sempre vai ser o pop popular, aquilo que as pessoas gostam de ouvir”, analisa. “No próximo disco, vai ter forró com certeza, mas com uma cara diferente de como estava no primeiro álbum. É o que eu sou, sabe? Um forró ou um arrocha misturado com techno, um pop mais pra frente.” Frequentemente, para tentar entender o DNA musical, ela resgata a infância, entre o fim dos anos 1990 e o começo dos 2000, em São Luís do Maranhão (onde nasceu) e Santa Isabel, no Pará (onde morou). “Ouvia muito carimbó, cúmbia, tecnobrega, os vizinhos tinham aquelas coletâneas de hits internacionais dos anos 2000”, lembra. “E da minha mãe vinha muito Elis Regina, Chico Buarque. Amo o Alceu Valença, e esses dias estávamos ouvindo Zé Ramalho.”

“Open Bar”, música que levantou a popularidade de uma Pabllo ainda relativamente desconhecida, foi baseada em um término da vida real. “Foi meu ex que me traiu”, ela admite, hoje com 23 anos de idade, falando do último relacionamento sério que teve, há cerca de quatro anos, e que a deixou emocionalmente abalada. “Ah, foi o meu primeiro namorado da vida e ficamos, tipo, dois anos juntos. Ele me traiu e eu fui fazer o quê? Beber com a minha amiga [risos].” Além de render um hit, a traição e o término motivaram Pabllo a frequentar a UFU (Universidade Federal de Uberlândia), quando já havia se mudado para a cidade de médio porte do Triângulo Mineiro onde vive até hoje, iniciando a curta trajetória de estudante relapsa de design. A partir de então, e depois de ter trabalhado em um salão de beleza para ajudar a mãe com as finanças, ela passou a ter contato com pessoas diferentes, a se montar com mais dedicação (“não era aquela coisa tosca do começo”) e a frequentar a noite da cidade. Foi onde conheceu os homens que hoje chama de “pai”: o DJ dela, Leocádio Rezende, e o empresário, Yan Hayashi. Pelos “pais”, encontrou-se com Gorky, alguém que já havia trilhado o caminho do electropop brasileiro como integrante do Bonde do Rolê e que se interessou por alguns vídeos dela.

Uma passagem de Gorky por Uberlândia culminou na gravação de “Open Bar”, essencialmente uma recriação com arranjos “abrasileirados” e letra original em português de “Lean On” (2015), do duo imensamente popular Major Lazer. Foram cerca de 50 mil visualizações logo no primeiro dia. O material chegou aos ouvidos de Diplo, integrante do Major Lazer e autor de “Lean On”, além de produtor de nomes de Madonna a Justin Bieber. O interesse dele na brasileira foi tanto que rendeu em duas frentes: Diplo produziu “Então Vai”, uma das faixas mais sintéticas de Vai Passar Mal, e Pabllo acabou estrelando, ao lado de Anitta, “Sua Cara”, hit do Major Lazer. Se a drag já estava conectada ao Bonde do Rolê por Gorky, Mateus Carrilho, com quem ela divide a suingada “Corpo Sensual”, acabou se tornando sua ligação com a Banda Uó, selando uma aliança com duas bandas que há anos já exploravam essa estética “brega” e eletrônica para um público menos abrangente.

Somada a isso tudo, a imagem de drag queen desenvolta e encantadora fez de Pabllo um caso de propagação absurdamente veloz, alguém que em uma dúzia de meses acabou estampando campanhas publicitárias de ampla abrangência. Foi um fenômeno tão único que ficou difícil de explicar e ser compreendida quando, no último mês de outubro, deu entrevista a duas das maiores publicações do mundo, a norte-americana The New York Times e a britânica The Guardian: “É melhor [falar] com vocês. Quando eu fui conversar com os gringos, eles me faziam as perguntas me vendo como uma coisa underground, algo de nicho. Parece que eles não entendiam que eu sou tipo popular, que eu sou… mainstream”.

Pabllo Vittar divulga série de fotos “desmontado”, totalmente Phabullo!

Pabllo Vittar usou o Instagram Stories para divulgar uma sessão de fotos nova nesta quinta (11/1) – mas bem diferente do habitual. Nesta, ele não está montado de drag queen. Sem peruca, sem maquiagem pesada…. total “Phabullo”, seu nome de batismo. Confira as fotos:

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